Governança Corporativa é para a realidade da minha empresa?

Falar em governança está na moda.

Eu não vou ficar aqui trazendo definições. Basta jogar no Google.

Via de regra, a temática governança vem sempre carregada de sofisticação e uma certa complexidade.

Vou aqui, propositadamente, procurar abordar o assunto de maneira simples e concisa, me valendo mais na direção de uma provocação do que um manual técnico.

Governança não precisa ser complexa. Infelizmente é, principalmente na realidade das empresas de capital aberto. Aliás, tudo que é complexo, vira desculpa para não ser implementado.

O desafio da governança não está na estruturação, mas na convicção e comprometimento do dono ou dos sócios.

Comprar a ideia e se convencer da importância é o grande desafio dos empresários.

Qualquer PME pode ter governança. Basta encontrar a dosagem adequada.

Uma casa deve ter governança. Um casamento. E por que não um grupo de whatsapp?

Escolher o regime de bens de maneira adequada antes do casamento é uma forma de governança.

Governança são os combinados. São as regras de convívio. São, inclusive, estabelecer as portas de saída. 

Onde temos mais de uma pessoa dividindo poder, governança se faz necessária para que tenhamos longevidade.

Ok. Estou convencido. Mas como, por exemplo, uma média empresa familiar pode começar?

PRIMEIRO: Não contratando quem você não pode demitir.

Um acordo de acionistas deve estabelecer regras claras de quem pode trabalhar na empresa.

Este mesmo acordo combina inclusive as condições de saída de sócios.

SEGUNDO: Separar propriedade de gestão.

Em tese, o CEO deve prestar contas ao Conselho que pode ser consultivo). E o presidente do conselho não deve ser o CEO. E eu disse, não deve.

O Conselho deve definir a estratégia de longo prazo e o orçamento. Estabelecer o que deve ser investido e o que deve ser distribuído.

TERCEIRO: Transparência nos dados e informações.Inclusive com auditorias e metodologias afins.

Por fim, criar estruturas mínimas para tomada de decisão e proteger a empresa do conflito de interesses.

Quanto antes você, empresário(a), começar a estabelecer as regras e os combinados, menores serão os riscos futuros.

Remediar e remendar a família, o patrimônio, a sociedade e a empresa depois que ela já cresceu, com filhos e agregados na gestão dará muito mais trabalho e gerará muito mais conflitos.

Quer saber mais?

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